Collective Soul, Discografia

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Collective Soul marcou presença com as melodias cativantes de pop e rock e a guitarra calorosa.

Ed Roland era proibido pelos pais de ouvir música, mas isso não o impediu de formar a banda nos anos 80, quando largou a Berklee School of Music por falta de dinheiro e conseguiu emprego num estúdio. No começo, a banda não se interessou por nenhum selo e se dissolveu.

Em 92, Roland gravou uma fita demo, e a versão da música Shine chamou a atenção das rádios e da Atlantic Records. Ele reuniu a banda, mas só ficou o baterista Shane Evans da formação inicial.

Juntaram-se a ele, seu irmão Dean, na guitarra, Ross Childress liderando a guitarra, Will Turpin no baixo e Roland nos vocais, guitarra e composição. Shine foi um sucesso e revelação na MTV e rádios em 94. A música vendeu mais de um milhão de cópias e o disco acabou sendo nomeado, pela Billboard, como o melhor álbum de rock do ano. O próximo trabalho, em 95, enfatizou ainda mais o estilo do anterior e vendeu mais de três milhões de discos ganhando de novo o título. Collective Soul, foi a primeira banda a receber o prêmio duas vezes seguidas.

Hints Allegations And Things

Left Unsaid (Rising Storm) 1993

Collective Soul (1995) Disciplined Breakdown (1997)


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Dosage (1999) Blender (2000) Youth (2004)


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From The Groud Up (2005) Home (2006) dvdrip Afterwords (2007)

THE SMITHS, Discografia

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Uma das mais cultuadas bandas dos anos 80, o The Smiths continua até hoje sendo uma referência dentro do Rock, influenciando milhares de novas bandas e artistas, pois criaram um estilo próprio, misturando belas melodias e harmonias simples com letras polêmicas, depressivas e cheia de críticas.

Formada no ano de 1982, em Manchester, por Patrick Morrissey (vocais), Johnny Marr (guitarras), Andy Rourke (baixo) e Mike Joyce (bateria), a banda começa a se apresentar nos clubes locais, gravando alguns singles e ganhando uma certa repercussão na mídia.

Lançam, em 1984, o álbum de estréia auto-intitulado que, impulsionado pelo hit “This Charming Man”, alcança o segundo lugar na parada britânica. Ainda no mesmo ano, saiu “Hatful of Hollow”, uma compilação de faixas editadas nos EP’s, em sessões para a rádio BBC, entre outras.

O segundo trabalho, “Meat is Murder”, de 1985, entrou direto no topo da lista dos discos mais vendidos da Inglaterra. O álbum teve alguns destaques como “Well I Wonder” e “What She Said”, além da faixa “How Soon is Now”, considerada por muitos como uma das melhores de toda a carreira do grupo.No ano seguinte, “The Queen is Dead” chegava às lojas e mostrava um The Smiths ainda mais agresivo, com Morrissey caprichando nos ataques à família real.

As faixas “I know It’s Over” e “Never Had No One Ever”, ficaram conhecidas devido ao clima extremamente depressivo que possuíam, mas as que se tornaram grandes hits foram “The Boy With the Thorn in His Side” e “Bigmouth Strikes Again”.

Duas coletâneas foram lançadas em 1987, “The World Won’t Listen” e “Louder Than Bombs”.

O último álbum inédito de estúdio do grupo, “Strangeways, Here We Come”, sairia ainda nesse mesmo ano. Marcando o fim do grupo, por problemas pessoais dos integrantes, o disco consagrou o The Smiths como uma dos mais importantes nomes da história do Rock.

A gravadora, no entanto, ainda lançou o ao vivo “Rank”, em 1988, gravado em Londres dois anos antes e mais três coletâneas: “The Best Vol 1” e “The Best Vol 2”, em 1992 e ainda uma de singles, em 1995.

O vocalista Morrissey ainda partiu em carreira solo, conseguindo uma boa receptividade por parte dos críticos e dos antigos fãs do The Smiths.

ÁLBUNS DISPONÍVEIS

The Very Best of the Smiths
Ano de lançamento: 2001

Parte 1 - Parte 2 - 320 Kbps

Singles
Ano de lançamento: 1995

The Best Vol.I
Ano de lançamento: 1992



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The Best Vol.II
Ano de lançamento: 1992

Rank
Ano de lançamento: 1988

The World Won’t Listen
Ano de lançamento: 1987



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Louder Than Bombs
Ano de lançamento: 1987

Parte 1 - Parte 2

Strangeways Here We Come
Ano de lançamento: 1987

The Queen Is Dead
Ano de lançamento: 1986



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Meat Is Murder
Ano de lançamento: 1985

The Smiths
Ano de lançamento: 1984

Hatful Of Hollow
Ano de lançamento: 1984

Chico Buarque de Hollanda, Discografia

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Francisco Buarque de Hollanda é o quarto, entre sete filhos, do historiador Sérgio Buarque de Hollanda com a pianista amadora Maria Amélia Cesário Alvim. Nascido no Rio de Janeiro em 19/06/44, Francisco se tornaria, anos mais tarde, um artista completo. É cantor, compositor, ator, escritor, poeta e dramaturgo. Foi inicialmente pela música que Chico Buarque demonstrou interesse e através dela se tornou conhecido e respeitado.

Com nove anos, morando na Itália, onde o pai dava aulas na Universidade de Roma, Chico Buarque compôs algumas marchinhas carnavalescas. Aos 12 anos, quando a família morava em São Paulo, suas irmãs mais novas, Ana, Cristina e Pii juntavam-se para cantar operetas compostas por ele.

Ouvia desde sambistas tradicionais como Ataulfo Alves e Noel Rosa até artistas estrangeiros, principalmente, o francês Jacques Brel e os americanos Elvis Presley e o grupo The Platters. Foi o disco “Chega de Saudade”, de João Gilberto, porém, que alterou de forma definitiva a sua relação com a música.

A primeira apresentação em show aconteceu no Colégio Santa Cruz em 1964, cantando “Canção dos Olhos”. É desse ano, também, a música “Tem Mais Samba”, que segundo o artista, é o ponto de partida na sua trajetória como artista profissional. A era dos festivais que lançou novos talentos na MPB estava apenas no início.

O primeiro disco, um compacto gravado pela RGE em 1965, trazendo as músicas “Pedro Pedreiro” e “Um Sonho de Carnaval”, obteve sucesso. Desde então, Chico Buarque não parou mais de compor, participar de festivais de música - nacionais e internacionais - atuar em programas como “O Fino da Bossa”, da TV Record, e musicar espetáculos teatrais. As músicas “Disparada”, de Geraldo Vandré e Théo Barros e “A Banda”, de Chico Buarque - defendida por Nara Leão - foram campeãs do Festival da Record de 1966. Essa conquista ajudou a fazer de Chico Buarque um artista conhecido nacionalmente.

Os festivais, muito populares na época, foram fundamentais para a consolidação do nome de Chico Buarque no cenário nacional. “Roda Viva”, “Carolina”, “Sabiá” “Benvinda” e “Bom Tempo” foram marcantes naquele momento.

Em 1969, descontente com os caminhos políticos e com a retaliação cultural imposta pela censura, decidiu se exilar, por conta própria, na Itália. Sua música “A Banda” é sucesso naquele país na voz da cantora popular Mina. Mesmo assim, Chico lançou, sem muito sucesso, dois LPs. Em 1970 voltou ao Brasil, gravou outro LP e retomou em suas canções o protesto político. Em função disso foi cada vez mais vigiado pelos censores. Era uma fase absolutamente criativa, que culminou com um de seus discos mais conhecidos: “Construção”.

Shows, discos e trilha sonora para cinema e teatro se sucediam com incrível constância. Compôs “Vai Trabalhar Vagabundo”, tema do filme homônimo de Hugo Carvana e “O Que Será” para “Dona Flor e seus Dois Maridos”, de Bruno Barreto. Traduziu, adaptou e fez a trilha do musical infantil “Os Saltimbancos” e compôs a trilha do filme de Renato Aragão “Os Saltimbancos Trapalhões”.

Outros discos vieram: “Francisco”, “Paratodos” e “Uma palavra”. Depois disso, Chico Buarque permaneceu, mais uma vez, afastado dos palcos durante 5 anos. Em 1998, o lançamento de “As Cidades” tornou-se mais uma vez um marco em sua carreira, pelo fato de lançar, simultaneamente, uma turnê inédita de shows no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Em 1999 lançou o duplo “Chico ao Vivo”. Em 2001 o DVD “Chico e as Cidades” contou com a participação de Maria Bethânia, Oscar Niemeyer, Tostão, Jamelão, Velha Guarda da Mangueira, Jaime Alem, Fernando Calazans e Nelcy Gomes. No mesmo ano, Chico presenteou seu público com “Cambaio”. Mais um DVD foi lançado em 2003, com o sugestivo título de “Chico ou O País da Delicadeza Perdida”, com 28 composições importantes.

Chico Buarque é referência obrigatória na música popular brasileira. Sua influência no cenário musical foi decisiva em tudo o que de significativo ocorreu desde os anos 60.

Com 61 anos de idade, Chico está muito presente na memória do Brasil. Prova disso é o grande sucesso em 2005 com as vendas da compilação de DVDs sobre sua vida e carreira e da coleção “Chico Buarque Especial”.


DISCOGRAFIA / VIDEOGRAFIA

(O mais completo acervo do Chico disponível na net para download)

Só não temos os box dvd 3 e 4 lançados em 2005, quem tiver e desejar ajudar é só enviar os links


2007 - Carioca ao Vivo (dvdrip)

Em RMVB

1 - 2 - 3 - 4

2007 - Carioca - Ao Vivo

1 - 2

2006 - Carioca



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2005 - No Cinema

1 - 2

2005 - Box Chico Vol. 3 (3 dvds)

"Indisponível"

Quem tiver nos enviem os links

2005 - Box Chico Vol. 2 (3 dvds)

Em AVI (post inédito no Brasil)

Anos Dourados -1-2-3-4-5-6-7-8-

Bastidores -1-2-3-4-5-6-7-8-

Estação Derradeira -1-2-3-4-5-6-7-8-



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2005 - Box Chico Vol. 1 (3 dvds)

Em RMVB

A Flor da Pele -1-2-

Meu Caro Amigo -1-2-3-

Vai Passar - 1 - 2 - 3-

2003 - Chico ou o país da

delicadeza perdida (dvdrip)

Em RMVB

-1 - 2 - 3-

2002 - Duetos



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2001 - Chico e as cidades (dvdrip)

Em RMVB

1 - 2 - 3 - 4

2001 - Cambaio

1999 - Ao Vivo



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1998 - As Cidades

1997 - b) Álbum de Teatro

1997 - a) Terra



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1995 - Uma Palavra

1993 - Paratodos

1990 - Paris - Le Zenith



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1989 - Chico Buarque

1988 - Dança da meia-lua

1987 - Francisco



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1986 - Melhores Momentos

De Chico & Caetano

1985 - c) Malandro

1985 - b) Ópera do Malandro



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1985 - a) O Corsário do Rei

1984 - Chico Buarque

1983 - b) O Grande Circo Místico



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1983 - a) Para viver um grande amor

1982 - b) En Espanhol

1982 - a) Saltimbancos trapalhões



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1981 - Almanaque

1980 - b) Show 1º de Maio

1980 - a) Vida



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1979 - Ópera do malandro (a peça)

1978 - Chico Buarque

1977 - c) Gota d'água



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1977 - b) Os Saltimbancos

1977 - a) Cio da Terra

1976 - Meus caros amigos



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1975 - C/ Maria Bethânia ao vivo

1974 - Sinal Fechado

1973 - Chico Canta



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1972 - b) Chico e Caetano - Ao Vivo

1972 - a) Quando o carnaval chegar

1971 - Construção



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1970 - Volume 4

1970 - Per un pugno di samba

1969 - Na Itália



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1968 - Volume 3

1967 - Volume 2

1966 - b) Morte e Vida Severina



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1966 - a) Volume 1




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SONGBOOKS



Sons de Chico Buarque gravados

por artistas consagrados




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Songbook Vol. 1

Songbook Vol. 2

Songbook Vol. 3



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Songbook Vol. 4

Songbook Vol. 5

Songbook Vol. 6



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Songbook Vol. 7


Songbook Vol. 8


Black Sabbath, Discografia

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Formado em Birmingham, Inglaterra, em 1968, o Black Sabbath lançou as bases que formariam o heavy metal. A maneira violenta de tocar, as letras sanguinárias, machistas e místicas tornaram-se o modelo para inúmeros grupos que se seguiram. Seu álbum homônimo de 1970 continua sendo um dos mais inovativos e influentes da história do rock.

O quarteto composto por Ozzy Osbourne (vocalista), Tony Iony (guitarrista), Geezer Butler (baixista) e Bill Ward (baterista), inicialmente se chamou Polka Tulk e mais tarde Earth. Tomaram de assalto o circuito de pubs e clubes de sua cidade natal, com muita energia, blues e rock. Companheiros de escola e vizinhos em Birmingham, o grupo ganhou muitos seguidores na Inglaterra e em 1968 mudaram seu nome para Black Sabbath. O novo nome espelhava a imagem escura, pesada e mística da banda, seu gosto por temas sobrenaturais.

Em 1969 entraram em estúdio para gravar o seu primeiro disco. O álbum Black Sabbath chegou ao Top Ten das paradas britânicas, onde permaneceu por três meses e valeu à banda um grupo de fãs fervorosos em ambos os lados do atlântico.

O grande salto para a banda ocorreu com a gravação de Paranoid, um álbum pioneiro do heavy metal. Contando com os riffs cortantes da guitarra de Iommi, o vocal sinistro de Ozzy e o ritmo de Butler e Ward, Paranoid alcançou o número um nas paradas inglesas e chegou ao número oito na américa onde permaneceu por mais de um ano, virando disco de platina. A faixa título, um verdadeiro mergulho na loucura, foi o maior hit. A banda fez sua primeira turnê americana no outono deste ano.

Master of Reality, o terceiro álbum do Black Sabbath, foi lançado em agosto de 1971. Entre as oito músicas estavam algumas que se tornaram marcas registradas da banda, como Children of the Grave e Sweet Leaf.

O Black Sabbath gravou o álbum chamado Vol. 4 no início de 1972 no Record Plant, em Los Angeles. Somando-se a poderosas músicas como Supernaut e Under The Sun, o álbum revelava um lado completamente novo para a banda, com músicas melódicas, cuidadosamente escritas e tocadas como Cornucopia e a instigante Laguna Sunrise, uma composição instrumental que se tornaria uma das marcas registradas da banda.

Considerado um dos clássicos do hard rock, o álbum de 1973, Sabbath, Bloody Sabbath, ganhou aclamação da crítica. Músicas como Killing Yourself to Live, Looking For Today e a faixa título aliavam o som poderoso do grupo a letras mais amplas e multi-facetadas. Produzido, escrito e gravado pela banda, Sabbath Bloody Sabbath foi um ponto alto na longa carreira da banda.

Quando Sabotage, sexto disco do Black Sabbath, foi lançado em 1975, não apenas estava comprovada a competência da banda, mas também era óbvio a melhoria dos arranjos, produção e lirismo. Sabotage é o Sabbath ainda no topo da carreira.

We Sold Our Soul For Rock and Roll foi uma demolidora coletânea, composta de 14 músicas, todas clássicos do hard rock e heavy metal.Trata-se de uma excelente amostra da carreira da banda, desde o primeiro álbum até Sabotage.

Technical Ecstasy trata-se de um dos mais inventivos e originais álbuns de estúdio do Black Sabbath. Traz músicas típicas da banda, como Back Street Kids, Gypsy, Rock 'N' Roll Doctor e a principal do LP, Dirty Women.

Sendo o oitavo álbum de estúdio de uma carreira que se extende por mais de duas décadas, o lançamento de 1978, Never Say Die, traz algumas das mais memoráveis letras. Never Say Die captura toda a força da formação original. Foi o último álbum com Ozzy à frente do Sabbath. Inclui as músicas Johnny Blade, Breakout, Shock Wave e a faixa título, todas tocadas no repertório da banda ao vivo.

Em 1979 Ozzy Osbourne foi substituído por Ronnie James Dio, um americano que havia participado do grupo Elf e sido parte da banda Raimbow de Ritchie Blackmore. Foi a primeira mudança de formação do grupo em mais de uma década. Heaven and Hell foi o primeiro álbum com o novo cantor. As músicas foram escritas pela banda com a participação de Dio.

Lançado em 1981, segundo álbum com o vocalista Dio e o primeiro álbum com o novo baterista Vinnie Appice, Mob Rules apresenta músicas massacrantes como Turn Up The Night, Sliping Away e The Mob Rule.

Em 1982 o Black Sabbath lançou um álbum ao vivo, Live Evil, contendo todos os grandes hits de todos os álbuns lançados. Logo após a gravação Ronnie James Dio e Vinnie Appice deixaram a banda. Houveram desentendimentos dentro da banda porque Dio "sabotou" a mixagem do álbum para destacar a sua voz no som da gravação.

O álbum Born Again, de 1983 trazia como vocalista Ian Gillan, originalmente membro do Deep Purple. O baterista original do Sabbath, Bill Ward, voltara à banda. Alguns dos destaques deste álbum são Trashed, Digital Bitch e Zero The Hero. Na turnê Bev Bevan, da banda ELO substituiu Ward. Depois da turnê Bev Bevan e Ian Gillan deixaram a banda. Bill Ward voltou e a banda experimentou um novo vocalista, Dave Donato. Esta formação nunca gravou e Dave Donato foi demitido da banda após uma entrevista muito egocêntrica. Tentaram novamente manter a banda no ar com o vocalista Ron Keel. Finalmente, com a saída de Geezer Butler, o Sabbath acabou.

Três anos depois, em 1986, Tony Iommi lançou o álbum Seventh Star, anunciado como "Black Sabbath featuring Tony Iommi". Deveria tratar-se de um álbum solo de Iommi, mas a gravadora decidiu usar o nome do Black Sabbath. Glen Hughes, do Deep Purple, foi o vocalista. Durante a turnê americana Glen Hughes saiu, sendo substituído por Ray Gillen.

Em 1987 o Black Sabbath lançou o seu décimo quarto álbum, The Eternal Idol, que teve grandes sucessos como Shining, Hard Life to Love, Born to Lose e Lost Forever. A formação da época era constituída de Tony Iommi, Tony Martin (vocais), Dave Spitz, Bob Daisley (baixo), Bev Bevan (percussão) e Eric Singer (bateria, que mais tarde iria para o Kiss). Ray Gillen aparentemente gravou este álbum e saiu antes que ele fosse lançado. Tony Martin regravou os vocais.

Em 1989, o Black Sabbath lançou Headless Cross, com grandes hits como Devil and Daughter, When Death Calls, Black Moon e a faixa título. A formação consistia de Tony Iommi, Tony Martin, Cozy Powell (bateria) e Laurance Cottle (baixo). Laurance Cottle mais tarde foi substituído por Neil Murray.

Em 1990, vinte e dois anos após a formação do Black Sabbath, foi gravado TYR. Mantinha o estilo inaugurado em 1987 com The Eternal Idol. Alguns destaques deste álbum são Anno Mundi, Jerusalem, The Sabbath Stones e a balada Feels Good to Me. 1992 foi um momento histórico para o Black Sabbath. Foi o ano da reunião de Ronnie James Dio, Geezer Butler, Vinnie Appice e Tony Iommi. O álbum Dehumanizer foi aguardado e aclamado por todos. Algunsdos hits foram Time Machine, TV Crimes, Master of Insanity e Sins Of The Father. Time Machine fez parte da trilha sonora do filme Wayne's World (Quanto Mais Idiota Melhor).

Em 1994 o Black Sabbath lançou seu décimo oitavo álbum, Cross Purposes que entre outros hits incluiu as músicas I Witness, Cross of Thorns, The Hand That Rocks The Cradle, Immaculate Deception e Psychophobia. A formação da banda consistia de Tony Martin, Geezer Butler, Tony Iommi e Bobb Rondinelli (bateria).

Em 1995 o Black Sabbath lançou Forbidden, com o destaque para as músicas The Illusion of Power, Get a Grip, Shaking Off The Chains e Sick and Tired. A formação da banda consistia de Tony Martin, Neil Murray (baixo), Tony Iommi e Cozy Powell (bateria). Cozzy Powel deixou a banda no meio da turnê americana e foi substituído por Bobby Rondinelli.

No ano de 1997 foi anunciada a tão esperada volta do Black Sabbath original, com Ozzy, Bill Ward, Tony Iommi e Geezer Butler. Logo após, seguiu-se o Ozz-fest com várias bandas além da banda de Ozzy e, fechando a noite, Black Sabbath original. O resultado desta tour foi Reunion, um álbum ao vivo que traz clássicos absolutos juntamente com músicas que a muito não se escutavam num show da banda, caso de Dirty Woman e Sweet Leaf.

Infelizmente o Black Sabbath prometeu encerrar definitivamente suas atividades após o Ozz-Fest, Ozzy e Iommi já estão compondo material para seus próximos discos solos, e Butler deverá dar total atenção a sua banda GZR.

ÁLBUNS DISPONÍVEIS

1970 - Black Sabbath 1971 - Paranoid 1971 - Master of Reality

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1972 - Black Sabbath Vol 4 1973 - Sabbath Bloody Sabbath 1975 - Sabotage

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1976 - Technical Ecstasy 1978 - Never Say Die 1980 - Heaven And Hell

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1981 - Mob Rules 1983 - Born Again 1983 - Live Evil ( 1 - 2 )

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1986 - Seventh Star 1987 - The Eternal Idol 1988 - Headless Cross

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1990 - TYR 1992 - Dehumanizer 1994 - Cross Purposes

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1995 - Forbidden 1999 - Reunion - Disc 1 1999 - Reunion - Disc 2

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Stevie ray vaughan, Discografia

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Stevie Ray Vaughan nasceu em Dallas, Texas, começando a tocar guitarra desde cedo inspirado pelo irmão mais velho Jimmie Vaughan. Aos 17 anos abandonou a escola para se dedicar exclusivamente a música, com a banda Cobras. Em 1975 formaria a banda Triple Threat com o vocalista Lou Ann Barton, o baixista Jackie Newhouse e o baterista Chris Layton. Com Stevie Ray Vaughan assumindo os vocais a banda assumiu o nome Double Trouble, inspirado em uma canção de Otis Rush.

Em 1982 a banda Double Trouble tocou em no Jazz Festival de Montreaux, onde também se apresentava David Bowie, quem logo os convidou a participar do seu próximo álbum (Let's Dance) e ganhando em troca acesso ao estúdio para gravação de algumas músicas da banda que virariam o seu primeiro álbum, Texas Flood, lançado em 1983. O álbum foi aclamado por críticos de blues e rock. Os álbuns que se seguiriam, Couldn't Stand the Weather (de 1984) e Soul to Soul (de 1985) seriam sucessos absolutos de público e crítica.

Em meio a problemas do guitarrista com álcool e cocaína foi lançado o seu álbum de maior sucesso, o duplo ao vivo Live Alive em outubro de 1986. Após a turnê subsequente Vaughan passou por clínicas de reabilitação, voltando à ativa em 1988 com o álbum In Step que lhe valeu um prêmio Grammy.

Em 1990 gravou o álbum Family Style com o irmão Jimmie Vaughan. Em agosto de 1990, em meio à turnê com o irmão e tendo acabado de tocar um show em que se apresentaram como convidados, entre outros, Eric Clapton, Robert Cray e Buddy Guy, Stevie Ray Vaughan tomou um helicóptero rumo a Chicago, que caiu logo após a decolagem. O álbum foi lançado apenas alguns meses após a sua morte.

Em 1991 foi lançado seu álbum póstumo The Sky is Crying, contendo sobras de estúdio escolhidas por Jimmie Vaughan. Mais tarde foi lançado o álbum ao vivo In the Beginning, contendo uma gravação ao vivo da banda Double Trouble em 1980.

DISCOGRAFIA OFICIAL

1983 - Texas Flood 1984 -Couldn't S. The Weather 1985 - Soul To Soul
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1986 - Live Alive 1989 - In Step 1991 - The Sky Is Crying
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* * *
1992 - In the Beginning 1997 - Live at Carnegie Hall 2006 - Live In Tokio
* * (Indisponível)
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COMPILAÇÕES

It´s Still C.The Blues Force Of Nature With Albert King
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A Tribute To Stevie Ray Vaughan Martin Scorsese Presents The Blues: The Vaughan Brothers Family Style
* Stevie Ray Vaughan *
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Ana Carolina, Discografia

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O repertório de Ana Carolina, antes de alcançar o sucesso, em 1999, era: 500 músicas para tocar na noite. Mineira, chegou a cursar faculdade de letras, mas abandonou para seguir a carreira musical. Sua formação não é diferente dos grandes artistas, teve influências familiares, já que seus tios-avôs eram compositores e tocavam instrumentos como violino e percussão, e uma de suas avós era cantora de rádio. Na adolescência, largou os estudos de música e passou a tocar violão e pandeiro de uma maneira própria.

Sempre ouviu músicas brasileiras antigas, e no seu estilo de tocar também está a mania que tinha de assistir às fitas dos shows de João Bosco para aprender a tocar como ele. Ganhou projeção em Juiz de Fora, MG, e começou a fazer shows em locais maiores, com produção artística de Zezé Motta. Durante uma apresentação no Rio de Janeiro, Ana Carolina foi descoberta pela filha de Vinícius de Moraes, Luciana de Moraes, que se encantou com seu estilo e a ajudou.

Em 1998, Ana Carolina assinou contrato com a BMG e no mesmo ano lançou, com sucesso, o seu primeiro CD, intitulado “Ana Carolina”. A música “Garganta” estourou em todo o País e o disco chegou à marca de 100 mil cópias vendidas. Um dos destaques desse trabalho está na música “Armazém”, na qual Ana fez o arranjo baseado em seu pandeiro, que aprendeu a tocar ouvindo o disco “Olho de Peixe”, de Lenine e Suzano, e colocou um coro de vozes negras para acompanhá-la na gravação. Foi através desse disco, que a intérprete foi indicada ao Grammy Latino e conheceu seu grande ídolo, Chico Buarque. Logo após, foi convidada pelo próprio para participar de seu Song Book.

As constantes comparações com Cássia Eller e Zélia Duncan não atrapalharam a carreira de Ana Carolina, que sempre se disse uma privilegiada por ser comparada a grandes intérpretes da MPB. Em 2001, a cantora lançou o diferente “Ana Rita Joana Iracema e Carolina”, que retratou as várias faces das mulheres. Com músicas românticas e irônicas, esse CD consagrou Ana Carolina como uma das grandes cantoras da atualidade.

A música “Quem de Nós Dois” ficou marcada como o grande ‘hit’ do seu segundo trabalho e da carreira, até então. Além disso, o álbum conta com a participação de Alcione na faixa “Violão e Voz”, que foi muita bem criticada, e com músicas que vão das baladas românticas à embolada.

O terceiro disco, “Estampado”, é a revelação de uma Ana Carolina romântica. As 15 músicas, sendo 13 compostas por ela, contam as várias formas de amar. “Estampado” é uma mistura de rock, balada, samba e bossa, que trouxe parcerias inéditas, entre elas, Chico César e Seu Jorge, com quem compôs duas músicas em meia hora.

O primeiro DVD de Ana Carolina foi lançado em outubro de 2003 e mostra o ‘making of’ das gravações do CD “Estampado”, além das parcerias da cantora com grandes nomes da música, como João Bosco e Maria Bethânia. Um ano depois, chegou às lojas o DVD “Estampado - Um Instante Que Não Para”, e Ana foi premiada com Disco de Platina pelos dois trabalhos.

Lançado pela Sony Music em 2005, o DVD “Ana e Jorge ao Vivo”, traz a união de Ana Carolina e Seu Jorge, com sucessos dos dois artistas.

No final de 2006, Ana Carolina lançou seu quarto álbum, o CD duplo “Dois quartos”. O duplo apresentou traz duas faces da cantora: de um lado, canções mais voltadas para o pop; de outro, a ousadia, com experiências de novos sons e novas idéias.

Ana Carolina
Ano de lançamento: 1999
Ana Rita Joana Iracema e Carolina
Ano de lançamento: 2001
Estampado
Ano de lançamento: 2003


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Ana & Jorge ao Vivo (DVD)
Ano de lançamento: 2005
Perfil
Ano de lançamento: 2005
Dois Quartos
Ano de lançamento: 2006
1 -- 2 -- 3 -- 4


Mariah Carey, Discografia

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BIOGRAFIA

Com uma infância sem grandes confortos e filha de pais separados, Mariah Carey, nascida em 1970, em Nova Iorque, só tinha uma certeza na vida: a de que seria uma cantora. Dona de uma invejável voz, aperfeiçoada com muitos anos de estudo, e muito talento, trabalhou em empregos temporários para financiar, com a ajuda do irmão, sua primeira fita demo.

Tornou-se 'backing vocal' da cantora Brenda K Starr e, em uma festa da gravadora, conseguiu que sua fita chegasse aos ouvidos de Tommy Motttola, o "chefão" da Sony Music. Mariah foi contratada de imediato e o 'debut', auto-intitulado, vendeu nada menos do que 12 milhões de cópias e ainda venceu o Grammy nas categorias de Revelação e Melhor Performance Pop Feminina.

No ano seguinte, "Emotions" consolidou nome da cantora entre os mais importantes da indústria fonográfica e, em 1992, grava o "MTV Unplugged", em que sua voz ficou ainda mais valorizada no formato intimista da apresentação.

Em 1993, casou-se com Tommy Mottola e lançou "Music Box", talvez o álbum de maior sucesso de toda a sua carreira. As canções "Hero" e "Without You" fizeram com que ela atingisse aproximadamente 25 milhões unidades vendidas com esse trabalho.

"Daydream" chega na seqüência e a faixa "Always Be My Baby" estoura nas rádios do mundo todo. Entretanto, nem tudo ia bem na vida pessoal de Mariah e ela acaba se divorciando em 1997.

Grava "Butterfly" no mesmo ano e solta a coletânea "#1's" em 1998, com todos os grandes sucessos de sua carreira. A partir daí, a cantora começou a explorar também a sua sensualidade tirando fotos sensuais e produzindo clipes provocativos. Essa mudança radical pode ser conferida em "Rainbow". O disco inclúi ainda a regravação "Against All Odds", de Phil Collins.

Após a compilação "Grateste Hits", assinou com a Virgin e lançou, em 2001, o álbum "Glitter", acompanhado de seu primeiro filme "All That Glitters". O filme não foi tão bem recebido, mas Mariah disse que irá atuar em outros longas assim que tiver a oportunidade. Seus planos incluem também o lançamento de um livro infantil.

Já seu próximo álbum, intitulado “The Emancipation Of Mimi”, graças a um apelido íntimo, está previsto para sair em Março de 2005. A produção ficará por conta de Kanye West e Jermaine Dupri o carro-chefe deverá ser a canção “Say Something”, um dueto com o rapper Snoop Dogg.

DISCOGRAFIA

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